segunda-feira, 19 de julho de 2010

« QUO VADIS... PORTUGAL? »

Para onde vais... Portugal?
Depende de nós, não seguir o caminho
desta ilustração negativa

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A pergunta é pertinente e pode fazer-se em quase todas as línguas do Universo... [mesmo na língua morta do Latim, Quo Vadis... (para onde vais)]... Só o seu vocativo (Portugal) terá de ser mudado.
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Para onde vamos nesta onda avassaladora de mudanças que varre Portugal e vem na enxurrada dos mesmos males que assolam o Mundo?
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Voltando a perguntar: Para onde vais Portugal? Para a "Jangada de Pedra" que alguém imaginou ver naufragar? Para um mundo de trevas onde ninguém é alguém e somos todos súplicas?
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E não é ser pessimista ao olhar em frente e não ver luz ao fundo deste túnel onde se esconde a Face Oculta e muitas outras faces cada vez mais ocultas: a Corrupção, a Imoralidade e a Ambição desmedida, o Descontrolo Económico, que torna uns demasiado pobres e outros demasiado ricos, com um fosso entre ambos que será difícil ultrapassar se não depois de um maremoto que não deixe pedra sobre pedra?
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Onde estão as boas intenções duma União Europeia que só existe em acordos? Para onde foram as ilusões apregoadas no famoso Tratado de Lisboa? Não haverá o receio de ponderar se a imagem da ilustração desenhada, com Portugal a bater no fundo, não sairá do pesadelo de uma noite de sono agitado para se tornar numa angustiante realidade?


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Será que o colapso financeiro (e não só...) dos Estados Unidos da América eram previsíveis? Diz-se agora que sim, que já há muito vinha a mostrar a sua decadência moral, física e cívica, mas no seu deslumbramento em querer ser o espelho, polícia e condutor do Mundo, continuou até a bolha rebentar.
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E agora? Cada Nação apresenta a sua receita para medicar a epidemia que está a grassar no planeta. E serão essas receitas exequíveis se não houver um "dar as mãos"? Vê-se que é um objectivo cada vez mais difícil de alcançar e controlar, onde a união passa por questionar tudo e todos e ninguém se controla a si mesmo como é indispensável.
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Acusam-se os Governos dos males que agora afligem a Segurança Social, o bem-estar, a saúde dos povos que se tinham abrigado nos Serviços Nacionais de Saúde e que, ao abrigarem-se, muitos puxaram demasiado pela 'manta' e destaparam os pés e parte do corpo a descoberto. É que a maior parte dos que se 'abrigaram' não precisavam desse 'abrigo'. E foram aqueles que só têm no seu trabalho o pão de cada dia, que ficaram a 'descoberto' ... Ou todos julgavam que os serviços nacionais de saúde eram poços sem fundo, aos quais se recorreu para acudir a despesismos que nada tinham a ver com o fim a que se destinavam aqueles fundos?!
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Mas não é só a saúde que está doente... E o Ensino? E a Justiça? E quem julga? E a Economia? Estas são, para além de muitas outras, as perguntas que se vão fazendo por cá, no dia-a-dia, e a problemática não é de agora! Arrasta-se há décadas, com sucessivos responsáveis políticos a passarem a vida a assobiarem para o lado e a culparem as anteriores gestões que, por sua vez foram acusadas pelos que lhes sucederam!
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Este é o Portugal e o Mundo que temos e não gostaríamos de ter. É que a situação está a tornar-se muito perigosa, neste País em que acontece de bom (pouco) e de mau (muito)!
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E depois disto tudo, já não há que arrancar mais 'pensos' que tapam tantas feridas ocultas (...)
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Para onde vais, Portugal?
(QUO VADIS... Portugal?)

Talvez aqueça a alma recordar Fernando Pessoa, na Mensagem, no Poema que se segue. Portugal já passou por muitas situações de enorme preocupação e conseguiu sempre erguer-se de novo! Talvez as nossas preocupações actuais até nem sejam tão graves, como outras de outrora.


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N E V O E I R O

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Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer -
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.

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Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
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É a Hora!

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Valete, Fratres



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Fernando Pessoa,
Mensagem III - Os Tempos
10-12-1928 - Quinto: Nevoeiro

sábado, 19 de junho de 2010

«NÃO se ABATEM MAIS CAVALOS! E... MUSTANGS... TAMBÉM NÃO! »

O nome " Mustang" deriva de "sem dono" ...
ou
"vagabundo"
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Isto é:
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LIVRE!



.Vídeo mostrando estes belos animais correndo e... vivendo «à solta»!


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Uma simpática parelha de mustangs


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Um automóvel que copiou o nome e a fama de ser livre, forte e veloz...


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Homens montados em mustangs...
também livres, fortes e velozes!
Mas, controlados como os automóveis!






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O Mustang vem de origem Europeia; os cavalos Mustang descendem dos cavalos espanhóis levados para a América pelos conquistadores.
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Esta é a última espécie de cavalos selvagens do continente americano. Por isso, estes cavalos estão protegidos por Lei do Estado.
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Maltratar ou matar um Mustang constitui uma infracção federal nos EUA.
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Os índios que vivem no continente americano antes da chegada dos europeus, não conheciam o cavalo e primeiro ainda tiveram medo deles, mas depois compreenderam que podiam ser um elemento decisivo, para caçar ou para guerrear.
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Os Mustang vivem em manadas de catorze, por vezes mais. Cada manada consiste em éguas e potros, assim como jovens machos com menos de dois anos. Apenas um cavalo dirige o grupo. Este é o que manda.
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Fica sempre de vigia, para que não haja predadores que ataquem os potros (coiotes, pumas, etc.), protegendo assim a manada.
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Esta é uma forma de segurança eficaz, com que faz com que ele mantenha sempre o domínio.
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O Mustang é pequeno e vigoroso. De pescoço curto e cabeça também pequena, o Mustang tem os olhos bastante expressivos. Possui os membros rijos e medem entre 135 cm e 155 cm.
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Cavalo rápido e forte, o Mustang é capaz de sobreviver em regiões áridas e montanhosas, onde se alimenta apenas com plantas de textura áspera. Bebe pouco e dá-se bem com ambientes quentes e secos, tal como o frio.
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O nome Mustang vem de uma antiga palavra espanhola que significava "sem dono" ou "vagabundo".
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Os Mustangs, famosos cavalos selvagens dos Estados Unidos, estão ameaçados de morte devido ao seu alto custo de manutenção pelo governo americano.
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Convém 'compreender' que o dinheiro gasto com as guerras que inventam e os indispensáveis programas nucleares acompanhados do eldorado da conquista do espaço, os Mustangs são um encargo insustentável (...)
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Em conformidade com o Bureau de Administração da Terra dos Estados Unidos, mais de 30 mil animais vivem em terras pertença do Estado e, dois mil podem ser abatidos!
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Inicialmente, seriam sacrificados os animais que não foram adoptados e já ultrapassaram dez anos de idade.
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Se é que não está já a ser posta em prática esta "gestão" na espécie humana, ninguém se surpreenda se em breve o ser humano começar a ver em causa o direito de nascer e... o dever de morrer!
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Parte dos Mustang vive em fazendas do Governo, onde galopam livres pela região e são recolhidos em currais para cuidados básicos.
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Outra parte foi adoptada por grandes criadores e amantes do cavalo selvagem dos EUA.
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Eram cavalos usados por muitas comunidades indígenas dos EUA e a sua depuração no meio selvagem tornou a raça sinónimo de força e rebeldia.
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Essa imagem foi utilizada pela marca de automóveis desportivos de mesmo nome para passar a ideia de um carro potente e veloz!




segunda-feira, 7 de junho de 2010

« Candidato Presidencial calmo..., e não trôpego...! »


Duas imagens da República: o busto (mulher) mais antigo
e a
Imagem do (homem)... Futuro


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.. Recordando declarações divulgadas pelos media da Comunicação Social:
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Fernando Nobre garantiu hoje que não pediu o voto a Mário Soares e que se o antigo Presidente da República entender, “em consciência”, apoiar a sua candidatura às presidenciais de 2011 sentir-se-á “muito honrado”.

“O doutor Mário Soares dirá. Não lhe pedi o voto a ele nem a outros amigos de todos os quadrantes políticos portugueses que tenho. Nunca pedi um apoio ou um voto”, disse hoje o candidato presidencial Fernando Nobre, à margem da sua participação na 5.ª edição portuguesa da Marcha contra a Fome, em Lisboa.

Questionado sobre se contava com o apoio do antigo Presidente da República na sua corrida a Belém, Fernando Nobre afirmou que seria uma honra contar com Mário Soares na sua lista de apoiantes.

“Que eu saiba, o doutor Mário Soares não tem peste negra. […] Se ele entender dar-me o seu apoio, e ele só poderá decidir em consciência, sentir-me-ei muito honrado, é tudo o que posso dizer”, declarou.

Fernando Nobre reafirmou que o objetivo da sua candidatura é a vitória, dizendo que “não entra numa corrida para fingir que é candidato”, e demarcou-se do adversário socialista Manuel Alegre e do Presidente da República, Cavaco Silva, atribuindo-lhes responsabilidades políticas pela atual situação do país.

“O Presidente Cavaco Silva tem de assumir as suas responsabilidades, porque ele foi agente ativo da situação, e quanto ao poeta Manuel Alegre é evidente que também tem corresponsabilidades. Ele foi deputado trinta e tal anos e nós temos de constatar hoje que chegámos a uma espécie de impasse”, acusou o candidato presidencial.

Fernando Nobre manifestou-se preocupado com a escalada do agravamento das condições económicas e sociais do país, sobretudo com o desemprego e a falta de perspetivas de futuro para os jovens, mas disse acreditar ser “possível inverter essa marcha”.

“Não há nenhum fatalismo lusitano que nos force a seguir por esse caminho. Podemos romper com isso, recomeçar tudo o que fizemos mal, porque somos um povo ímpar”, defendeu.


sexta-feira, 4 de junho de 2010

« UM "NOBRE"... PARA CHEFE de ESTADO...! »

Heróis do Mar... NOBRE (e o) POVO... Nação Valente e Imortal (...)
Dr. Fernando Nobre
Candidato à Presidência da República 2011

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Dinamismo e diálogo sério, para dignificar Portugal

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OPINIÕES de INDIVIDUALIDADES DIVERSAS:







«É português por nascimento e por opção. Nasceu numa província ultramarina portuguesa, Angola.
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Saíu de lá aos doze anos, para o Congo, e dali foi estudar para Bruxelas, nunca se naturalizando belga.
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Admite falar com algum sotaque e diz que a lusofonia é isso mesmo. Possuiu a mundividência, a multiculturalidade... qualidades de ser português, o que significa ter o mundo dentro de si!
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Considera-se e sempre foi um homem livre, não devendo favores a ninguém, pensando pela própria cabeça.
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Considera-se um democrata com preocupações sociais, uma noção de patriotismo enraizada e conhecimento profundo da nossa História, pretendendo uma afirmação de Portugal no mundo.
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Apresenta-se como um homem pacífico, alegando nunca ter dado nenhum tiro em toda a sua vida!»




quinta-feira, 27 de maio de 2010

« As RATAZANAS d' ÁGUA..., e as de HAMELIN (...) »

Não preciso de apresentações!
Acho que... as senhoras já se foram embora...!


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.Este livro do Hamelin... é a pior obra
da minha biblioteca!

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Considero-me um justiceiro natural:
- Inimigo figadal!

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Cadeirão ideal,... junto ao caixote do lixo
e perto do quiosque
para encontrar estes simpáticos animais.

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É do inglês Robert Browning a mais famosa recriação da história do Flautista de Hamelin, um conto que cedo ou tarde aparece em nossa infância. O poema de Browning é brilhante; melhor ainda é o acontecimento misterioso que jaz por trás dele, talvez um episódio histórico, talvez uma “lenda urbana” da Idade Média. Teria acontecido no século XIII ou XIV: o relato colhido pelos Irmãos Grimm fala em 26 de Junho de 1284, mas o poema de Browning situa o facto em 22 de Julho de 1376.

A cidade de Hamelin foi vítima de uma praga de ratos. As autoridades não sabiam mais o que fazer. Surgiu na cidade um sujeito que se apresentou como caçador-de-ratos (“Rattenfänger”), que era uma profissão informal muito comum na época.

Tocando numa flauta, atraiu os ratos da cidade até ao rio, onde todos se afogaram. Ao tentar receber o pagamento combinado, o Prefeito recusou-se a pagar. Ele pegou a flauta, tocou outra música e atraiu todas as crianças da cidade, levando-as até uma montanha próxima, onde uma caverna misteriosa se abriu para que todas entrassem.

E nunca mais ninguém teve notícias do Flautista ou das crianças. As crónicas históricas dizem que o episódio original envolveu apenas as crianças, e o extermínio dos ratos só foi anexado ao enredo alguns séculos depois.

A lenda é uma dessas que crescem por justaposição de novos episódios a um episódio inicial. Hamelin vive ainda hoje dessa lenda; durante o Verão, uma peça de teatro é montada ao ar livre para os turistas, todos os domingos. A cidade é cheia de estátuas, vitrais e monumentos recordando o Flautista.

Mas Hamelin não é a única. Brandenburgo conta a história de um tocador de realejo que levou as crianças da cidade para dentro de uma montanha; parece ser uma mera transposição de local, e não uma nova lenda.

Outra lenda diz que na cidade de Erfurt, em 1257, cerca de mil crianças se agruparam no centro da cidade, cantando e dançando, e partiram assim estrada fora, até chegarem em Arnstadt, onde foram recolhidas até que seus pais as trouxessem de volta.

História parecida com a de Hamelin é contada em Korneuburg, na Áustria, onde as crianças foram levadas num navio e vendidas como escravos em Constantinopla. Algumas versões dizem que a montanha onde as crianças sumiram (o monte Poppenberg) tinha um túnel que ia dar à Transilvânia, e elas passaram o resto da vida lá.

Episódios reais (pragas de ratos, a “Cruzada das Crianças”) podem ter servido de origem para a lenda, mas a sua longevidade deve-se sem dúvida a sua lição moral nítida (castigo pelo não-pagamento de um acordo), ao cruel nivelamento entre ratos e crianças, ao poder mágico da música, à imagem arlequim e enigmática do Flautista (que geralmente é descrito como vestindo uma roupa de faixas vermelhas e amarelas).

O final em suspenso, com uma pergunta que não é respondida ao longo dos séculos (para onde foram as crianças?) garante à lenda um mistério inesgotável.

Não obstante, nada se sabendo das crianças, alguma coisa poderemos adiantar sobre ratazanas. Há uns dias, tive uma discussão urbana com uns fulanos que se divertiam na via pública, pontapeando uma ratazana que tivera o azar de sair fora de uma sarjeta para apanhar ar. Indignado com a circunstância, não fui a tempo de evitar que o pobre bicho tivesse perecido aos ímpetos 'futebolistas' dos energúmenos, que me acharam parvo porque preocupado com o animal. Eles, pobres 'ratos' humanos, vingaram naquele minúsculo corpo as suas questões pessoais mal digeridas, e sentiam-se realizados como se tivessem acabado naquele instante com a peste bubónica naquela rua!

Comendo quase de tudo e reproduzindo-se rapidamente [quando não está a comer... está em acção reprodutora], a ratazana d'água é um dos sobreviventes mais bem sucedidos no mundo e uma das maiores pragas. Vive facilmente na maioria dos ambientes, alimentando-se de restos e alimentos deitados fora e especializou-se em doenças, lixos e danos, tanto na cidade, pequena aldeia ou quinta isolada, nunca vive muito longe das pessoas.

Apesar de recearem o humano, as ratazanas são criaturas sociáveis e vivem em grupos ruidosos.Quem já não ouviu histórias de ratos correios entre presidiários de cárceres?Durante o dia permanecem debaixo da terra, construindo os seus ninhos em túneis, esgotos, condutas, armazéns ou adegas. Onde quer que a terra seja macia escavam túneis interligados onde constroem câmaras que usam como ninhos. Mais activas durante a noite as ratazanas abandonam os ninhos para procurar alimento. Lutam por comida e direitos de acasalamento quando o espaço é limitado.

As ratazanas d'água têm hábitos destrutivos e são uma das maiores pragas mamíferas de todos os tempos. Não só destroem armazenamentos de alimentos e cereais, como fazem buracos em paredes, tubos e latões e mordem fios eléctricos podendo provocar incêndios.

A sua elevada taxa de reprodução também não ajuda. Só nos Estados Unidos cerca de 175 milhões de ratazanas provocam milhares de milhões de dólares de prejuízos anualmente.

Um prejuízo talvez menor do que as guerras que o rato do Tio Sam promove!

Os humanos nem sempre se protegem, é que as pilhas de lixo são verdadeiras iguarias para as ratazanas. Não só destrutivas, albergam bactérias e vírus que podem ser letais para os humanos. Também transportam pulgas que podem espalhar doenças graves como a peste bubónica e a febre tifóide.

Há poucos alimentos que uma ratazana d'água não seja capaz de comer. Tal como os cereais, carne, insectos e vegetais, também mordisca sabão e papel, e até é capaz de morder madeira e fio para conseguir chegar a recompensas mais apetitosas.

Reproduzir-se e alimentar-se são actividades que consomem muita energia, por isso as ratazanas têm um apetite insaciável. São capazes de consumir um terço do seu peso corporal em apenas 24 horas.

Reproduzindo-se rápida e furiosamente, uma única fêmea produz mais de 250 crias por ano. Três semanas depois de acasalar a fêmea dá à luz uma ninhada de bebés! Algumas horas depois, volta a acasalar!

As crias são desmamadas ao fim de três semanas - altura em que a ninhada seguinte está pronta para nascer. Embora seja frequente os machos lutarem uns com os outros pelo direito de acasalar.

A ratazana d'água deverá ter origem no norte da China. Ao longo de séculos esta criatura foi-se propagando por todo o mundo, inicialmente apanhando boleia em navios mercantes e, até companhia dos nossos navegadores antepassados dos descobrimentos marítimos.

Para além de terem descoberto novos mundos, também descobriram novos seres e, trouxeram-nos clandestinamente a bordo até nós!

Mas... que não seja por isso, que qualquer "fadista" lisboeta se ache no direito de esmagar a pontapé, os descendentes da rataria da nossa História!


quarta-feira, 26 de maio de 2010

«TÉCNICA "CREDÍVEL"... PARA VIR A POLÍCIA »

Ferramenta alegadamente 'aceite' em assaltos,
mas não como defesa de cidadãos
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Qualquer relação... é mera coincidência
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Um benévolo' recuperador' de delinquentes em liberdade


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Um "O.V.N.I." na douta opinião de legisladores e magistrados


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COMO CHAMAR A POLÍCIA EM PORTUGAL...


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Para utilizar em caso de necessidade, sabe-se lá se um dia vos acontece!


APRENDAM...

Tem um sono muito leve e numa noite destas, notou que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.

Levantou-se em silêncio e ficou acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do quarto.

Como a casa é muito segura, com alarme, grades nas janelas e trancas internas nas portas, não ficou muito preocupado, mas era claro que não ia deixar um ladrão ali,... vagueando tranquilamente.


Ligou baixinho para a polícia, informou sobre a situação e o endereço.

Perguntaram-lhe se o ladrão estava armado, ou se já estava no interior da casa.

Esclareceu que não, e disseram-lhe que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém logo que fosse possível (...)

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Um minuto depois, ligou-se de novo e foi dito com voz calma:

«- Eu liguei há pouco, porque tinha alguém no meu quintal. Não precisam mais de ter pressa, porque eu já matei o ladrão com um tiro de pistola de calibre 9 mm que tenho guardada cá em casa já há anos, para estas situações.

O tiro fez um estrago danado no pobre diabo!»

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Passados menos de três minutos, estavam na rua cinco carros da polícia, um carro do INEM, uma unidade de resgate, duas equipas da TVI, uma da SIC e um representante duma entidade de direitos humanos.

Prenderam o ladrão em flagrante, que ficou boquiaberto a olhar tudo o que se estava a passar, com cara de parvo.

.Talvez ele estivesse a pensar que aquela era a casa do Director Nacional da PSP, ou de algum Ministro...!

No meio do tumulto, o Comissário encarregue desta operação aproximou-se e disse:

.-Pensei que tivesse dito que tinha morto o ladrão !!!

Respondeu-se:

- Pensámos que tivesse dito, que não havia nenhuma viatura disponível!




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Fim de citação...!





Nota:

-Texto que circula pela blogosfera.

Fotos: Seleccionadas na Net

sexta-feira, 30 de abril de 2010

DECLARAÇÃO UNIVERSAL dos DIREITOS do ANIMAL




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A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO (e posteriormente pela ONU), no dia 27 de Janeiro de 1978, em sessão realizada em Bruxelas - Bélgica.

Preâmbulo

-Considerando que todo o Animal tem direitos.
-Considerando que o desconhecimento e desrespeito dos ditos direitos conduziram e continuam a conduzir o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais.
-Considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana dos direitos à existência das outras espécies de animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo.
-Considerando que o homem comete genocídios e que exista a ameaça de os continuar a cometer.
-Considerando que o respeito pelos animais, por parte do homem, está relacionado com o respeito dos homens entre eles próprios.
-Considerando que faz parte da educação, ensinar, desde a infância, a observar, compreender, respeitar e amar os animais.

Proclama-se o seguinte:

Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º
a) Todo o animal tem o direito de ser respeitado.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar, violando esse direito. Tem a obrigação de empregar os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
c) Todos os animais têm direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.

Artigo 3º
a) Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a actos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, esta deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.

Artigo 4º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e a reproduzir-se.
b) Toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente em contacto com o homem, tem o direito a viver e a crescer ao ritmo das condições de vida e liberdade que sejam próprias da sua espécie.
b) Toda a modificação do dito ritmo ou das ditas condições, que seja imposta pelo homem com fins comerciais, é contrária ao referido direito.

Artigo 6º
a) Todo o animal que o homem tenha escolhido por companheiro, tem direito a que a duração da sua vida seja conforme à sua longevidade natural.
b) O abandono de um animal é um acto cruel e degradante.

Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a um limite razoável de tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º
a) A experimentação animal que implique um sofrimento físico e psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentações médicas, cientificas, comerciais ou qualquer outra forma de experimentação.
b) As técnicas experimentais alternativas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º
Quando um animal é criado para a alimentação humana, deve ser nutrido, instalado e transportado, assim como sacrificado sem que desses actos resulte para ele motivo de ansiedade ou de dor.

Artigo 10º
a) Nenhum animal deve ser explorado para entretenimento do homem.
b) As exibições de animais e os espectáculos que se sirvam de animais, são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º

Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida.

Artigo 12º
a) Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um crime contra a espécie.
b) A contaminação e destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º
a) Um animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência nas quais os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se essas cenas têm como fim mostrar os atentados contra os direitos do animal.

Artigo 14º
a) Os organismos de protecção e salvaguarda dos animais devem ser representados a nível governamental.
b) Os direitos dos animais devem ser defendidos pela Lei, assim como o são os direitos do homem.



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Quando tudo perdemos, ... quando ninguém nos dá valor, ...quando ninguém nos quer,... eles nunca nos deixam, ou nos trocam! São o melhor que podemos ter! Pena que tantos não saibam disso.

[Texto e foto in: Blog 'O Cantinho da Iris'
http://ocantinhodairis.blogspot.com]