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Nunca me identifiquei muito com a distintíssima visão do grande pensador Alexis de Tocqueville (29/7/1805 - 16/4/1859) - Alexis Henri Charles Clérel, Visconde de Tocqueville que, no Século XIX, retratou os E.U.A. como o país por excelência da liberdade.
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Compartilhei mais o modo de ver de Noam Avram Chomsky (Pennsylvania, 7/12/1928) que, vislumbrou o povo Norte Americano como materialista, egoísta e individualista que potenciou que as rédeas de Ronald Reagan, Bush pai e Bush filho levassem esta Nação a uma violenta crise de auto-estima que começou com a tragédia do 11/9/ 2001 e se prolongou até à crise capitalista despoletada pelas fraudes financeiras descobertas na esteira de Bernard Madoff, que ocasionaram metásteses pelo resto do planeta!
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Os E.U.A. estão longe de servir de paradigma Civilizacional. Tornaram-se mais modestos e mais prudentes com o Presidente Barack Obama é certo, mas precisam de se concentrar mais na casa comum da Humanidade que é o nosso planeta, se se querem ver reconhecidos como autoridades morais! Têm, portanto, um longo caminho a percorrer, de forma a acabar com a instabilidade social e emocional do seu povo fardado e à paisana e, também, no que se repercute pelo resto do mundo.
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Em poucos minutos, a barbárie provocou o mais grave atentado terrorista de todos os tempos, que fez também explodir o sentimento de invencibilidade dos norte-americanos, 8 meses depois da chegada de George W. Bush à Casa Branca.
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De hoje a um ano, Marco Zero, o Memorial de 11 de Setembro, de mais de 32 mil m2, será inaugurado no Aniversário dos 10 anos do ataque terrorista, em memória das cerca de três mil vidas que ali pereceram.



















